Gestão da Informação para RH: o que é e como aplicar na prática?

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Inovação e dinamismo se tornaram os pilares de atuação do RH. Isso é explicado pela inserção da tecnologia nas metodologias de trabalho do setor. Apesar de serem muitas as novidades, existe uma delas que tem se destacado: a gestão da informação para RH. 

Mas no que exatamente essa tecnologia ajuda o departamento de pessoal? Qual o valor prático da gestão da informação? Confira a seguir como colocar em prática a utilização dessa ferramenta!

A gestão da informação para RH

Entende-se por gestão de informação um conjunto de estratégias que tem como objetivo organizar dados obtidos, separando aqueles que de fato são relevantes, por meio de sistemas tecnológicos e inteligência de dados, a fim de disponibilizá-los de maneira fácil e intuitiva para o setor de RH. 

A junção desses dados visa o desenvolvimento das atividades empresariais e traz diversos benefícios, como veremos a seguir.

Sincronia entre os dados

Em um primeiro momento um sistema integrado é utilizado para que os diferentes setores de uma empresa “dialoguem”, visando a otimização do trabalho da organização. Ao organizar e sincronizar essas informações, as vantagens são várias. Entre elas, podemos destacar a comunicação mais fluida entre os setores.

Para o RH, essa ação permite uma avaliação mais próxima do trabalho de cada departamento. Consequentemente, quando for preciso estabelecer ações estratégicas, como treinamentos de colaboradores, o departamento terá maior eficácia e qualidade no trabalho.

Conquista de maior relevância 

Quais dados de fato são relevantes? Quais métricas fazem a diferença? Quais informações podem ser cruzados ou correlacionados? O que deve ser buscado numa pesquisa de mercado? Como aplicá-la? Qual indicador deve ser priorizado?

Nem sempre é fácil responder a essas perguntas. No entanto, ao fazer a gestão de informação, o departamento de pessoal consegue identificar melhor quais os dados são de fato relevantes para o empreendimento e, assim, consegue agir de maneira mais assertiva em seu plano de ações, trazendo maior relevância ao trabalho. 

Melhora na tomada de decisões 

Isso nos leva a outro ponto importante, que é o processo de tomada de decisões. Como já falamos, é preciso entender como os dados influenciam as ações dentro da empresa.

Por exemplo, uma pesquisa de clima organizacional pode dar o perfil dos colaboradores da empresa, auxiliando a área de recrutamento a entender qual o perfil mais adequado para os novos colaboradores. Consequentemente, isso trará ganhos para a corporação que consegue contratar com maior eficácia os seus colaboradores, que serão qualificados para atender às demandas do mercado. 

Otimização do tempo 

Uma das maiores preocupações das empresas na atualidade é conseguir acompanhar a rapidez do mercado, sem perder a qualidade em seus produtos ou serviços. A equipe só consegue ser mais produtiva a partir do momento em que ela tem ferramentas que facilitam o trabalho. 

As tecnologias, como o sistema integrado, diminuem as chances de erros nos dados, o que faz com que o grupo tenha que realizar menos retrabalhos.

No caso do RH, por exemplo, será possível ter mais precisão de dados como turnover, produtividade, faltas, atrasos, vendas etc. Com isso, os colaboradores podem se concentrar em atividades mais importantes, que realmente tenham relação com o crescimento da empresa. 

A gestão da informação para RH ainda reduz os gastos para a empresa, já que a tecnologia diminui as chances de erros, maior controle sobre as atividades da organização e padronização dos processos. Enfim, é uma tecnologia que vale o investimento.

Inclusive, esses ganhos são percebidos pelos clientes. Falando neles, o uso da tecnologia e análise de dados também são fundamentais para conquistá-los. Uma das novidades é o uso da netnografia, saiba mais no artigo que escrevemos sobre o assunto

Debate sobre Internet das Coisas (IoT) com Gilberto Sudre

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No dia 1 de agosto nós tivemos o privilégio de receber o professor e especialista em segurança da informação, Gilberto Sudre, explicando  o que é Internet das Coisas e como o mundo será impactado por essa mudança.

Gilberto começou explicando que é Internet das Coisas – basicamente conectar dispositivos eletrônicos utilizados no dia-a-dia (eletrodomésticos, eletroportáteis, máquinas industriais, meios de transporte etc.) à Internet.

Mostrou para nós que a internet das coisas é uma tendência crescente, que mais de 8.4 bilhões de dispositivos estão conectados (segundo a Gartner) e também como a nossa vida será impactada, com muitas facilidades que antes eram impensadas afetadas principalmente pelo Machine Learning.

Isso tudo porém, vem com um custo: Esses dispositivos tem uma insegurança muito maior do que os tradicionais computadores. Apesar disso, é uma ótima oportunidade para coletar dados dos usuários e entender melhor o comportamento dos usuários (caso seja autorizado).

A tecnologia vem para mudar muito a forma de fazer a Gestão da Informação e como consequência o Marketing. Como isso vai afetar sua empresa?

 

Gilberto, muito obrigado!

Conheça mais sobre Gilberto Sudre clicando aqui!

Cultura organizacional: você realmente entende a importância?

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É grande a importância da cultura organizacional no mundo dos negócios. Por isso, o assunto é cada vez mais debatido por especialistas. De modo direto, ela representa o DNA da companhia, seus valores, crenças e hábitos abraçados por cada colaborador.

O assunto é tão importante que Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, certa vez disso que “a cultura devora a estratégia no café da manhã”.

Não por acaso, algumas das maiores companhias do mundo investem efetivamente no assunto — caso de organizações como Ambev e Toyota, as quais serão estudadas adiante.

Pensando nisso, criamos um guia especialmente para  você entender de vez a importância da cultura organizacional. Boa leitura!

Empresas exponenciais e suas culturas bem definidas

É possível falar de empresas nacionais e internacionais que investem tanto na formulação da sua cultura quanto no planejamento e execução de suas estratégias. Alguns exemplos são:

  1. Toyota: possui uma cultura focada na qualidade. Baseia-se na ideia de melhoria contínua, respeito pelas pessoas e trabalho em equipe.

  2. Ambev: a gigante nacional possui seu foco na alta produtividade. Estimula seus funcionários a pensarem como donos e assumirem resultados pessoalmente.

  3. Pixar Animation: a produtora de desenhos animados tem foco na criatividade e inovação, matérias-primas para o seu sucesso.

  4. Amazon: possui sua cultura voltada para a completa satisfação dos clientes. Sua missão é “ser a empresa mais centrada no cliente da terra”.

A importância da cultura organizacional

No livro “o que (realmente) funciona”, escrito por William Joyce, mostrou-se o resultado de uma pesquisa que monitorou por mais de 10 anos 160 companhias. Destas, 40 companhias foram considera de sucesso e possuíam uma coisa em comum: sua cultura.

Veja agora os principais benefícios:

  1. Foco de atuação: todos os colaboradores entendem com clareza o que a empresa espera  qualidade, inovação etc.  e empenham-se ao máximo para alcançar isso. Dessa forma, é possível eliminar uma série de trabalho desnecessário.

  2. Aumento da produtividade: os processos diários são realizados com mais entusiasmo e os colaboradores incorporam hábitos de forma alinhada aos valores da empresa. Assim, cada profissional começa a atuar de forma mais eficiente e eficaz.

  3. Diferenciação no mercado: a cultura é um ecossistema único, repleto de crenças e valores que só existem naquele lugar. Isso contribui para criar uma identidade singular para a organização.

Como desenvolver a cultura organizacional

A cultura começa a ser delineada ainda nos primeiros estágios do empreendimento, nas reuniões entre seus idealizadores. Mas ela pode (e deve) ser moldada de forma eficiente. Confira algumas dicas para que isso seja feito:

  1. Defina a missão, visão e valores: essa declaração é muito forte e contribui para que os profissionais entendam melhor o lugar onde trabalham;

  2. Melhore a comunicação interna: o diálogo tem um importante papel. Quando não é planejado, abre espaço para conversas paralelas, o que prejudica o clima organizacional e as relações interpessoais.

  3. Recompense pelos resultados: gratifique os membros da equipe quando fizerem o que é importante para a empresa  atender com qualidade, produzir muito, inovar etc.

  4. Mantenha os profissionais treinados: garanta que os colaboradores estejam treinados em conformidade com a cultura.

E essas são as principais dicas. Então, não deixe de aplicá-las e obter grandes resultados, garantindo que seus funcionários e equipes estejam alinhados ao DNA da companhia.

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Satisfação dos colaboradores: use a tecnologia em favor da imagem da sua empresa

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Empresas não são apenas entidades que desenvolvem uma atividade comercial, seus prédios e equipamentos, elas são compostas por pessoas. Por isso a importância da satisfação dos colaboradores.

Unir um grande grupo em torno de um propósito, obviamente, não é apenas questão de consciência e desejo. Implica em muitos detalhes, mas, sem dúvida, depende de um bom ambiente de trabalho.

Não é de hoje que os gestores se preocupam com o clima organizacional, mas nunca tivemos tanta tecnologia contribuindo para esse objetivo como hoje. Conhecer em detalhes sobre essa possibilidade pode fazer grande diferença no engajamento do time, garantindo a competitividade exigida na atualidade.

Por isso, escrevemos essa publicação para você. Se quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura! 

Você mede a satisfação dos colaboradores?

Avaliar a satisfação do cliente é uma prática comum, mas, no que se refere à satisfação dos colaboradores, o mesmo procedimento não costuma ser adotado como poderia.

Satisfazer o colaborador também precisa partir das expectativas dele. Isso inclui uma análise do seu índice de satisfação e da imagem que possui da empresa. 

A partir disso, essas informações podem ser usadas como uma ferramenta estratégica para alinhar as preferências dos colaboradores e os objetivos da empresa.

Como a tecnologia pode ajudar?

A tendência no mercado atual é trabalhar a previsão de carreira. Ou seja, usando de informações sobre a experiência de trabalho vivida pelos colaboradores, visualizar o futuro do profissional na organização.

Resumindo: onde está e onde pode chegar com o estímulo e o planejamento certos.

Isso é possível com o armazenamento e cruzamento de informações como:

  • monitoramento de desempenho;
  • detalhes sobre o perfil dos colaboradores;
  • índice e motivos de rotatividade;
  • índice de satisfação;
  • reputação da empresa; 
  • e várias outras informações sobre a qualidade da relação de trabalho.

Nos dias de hoje, quando consideramos dados e informações, estamos falando de tecnologia, concorda?

Os registros informatizados e o tratamento dos dados com o uso desses recursos abrem horizontes impensáveis sem o uso dessas ferramentas. Seja para entender o novo perfil do consumidor, seja para compreender os desejos do colaborador.

Quais os ganhos do uso de tecnologia nesse contexto?

Dentre os vários ganhos possíveis, a diminuição da rotatividade é um dos mais importantes.

Primeiro porque tem impacto na retenção de talentos, o que traz consequências de economia dos custos de contratação, garante profissionais mais capacitados e, como consequência, afeta positivamente a competitividade do negócio.

As informações disponibilizadas também permitem acertar mais na contratação, uma vez que ajudam a definir o perfil ideal de colaborador.

Além disso, uma das consequências da maior satisfação é o aumento da produtividade, o que diminui custos e também aumenta a competitividade — assim como a procura por vagas.

Para concluir, conquistar a satisfação dos colaboradores favorece a união em torno de um propósito comum, o comprometimento e o engajamento da equipe.

As empresas que pretendem ser competitivas no cenário futuro, inevitavelmente, serão aquelas capazes de se destacar na construção de um bom clima organizacional.

Afinal, cada vez mais, o engajamento com o cliente só pode ser conquistado por uma equipe satisfeita.

Quer fazer parte do grupo de empresas mobilizadas para atingir esse patamar de excelência? Assine nossa newsletter e se aprofunde ainda mais no tema.

Como tornar o RH da minha empresa mais estratégico?

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O mundo munda constantemente. Hoje, as novas tecnologias e processos transformam a forma como as pessoas pensam, agem e reagem dentro da empresa. Nesse contexto, é preciso saber como tornar o RH estratégico, ainda mais capaz de obter conquistas fora da curva.

Entre as muitas atribuições desse departamento, é possível dizer que a principal é alcançar resultados reais por meio de pessoas motivadas, alinhadas e comprometidas. Para isso, é preciso foco, poder de atuação e apoio da liderança da companhia.

Pensando nisso, criamos um conteúdo especialmente para você. Nele, vamos falar sobre como tornar o RH estratégico em sua empresa, levando em consideração as atuais mudanças. Continue lendo e fique por dentro do assunto. Boa leitura!

Atue com base em indicadores-chave de desempenho

A ação estratégica demanda informações reais nas quais se apoiar. Sem isso, as decisões seriam apenas “chutes” que podem ou não dar certo.

Por isso, é importante conhecer e acompanhar alguns indicadores-chave de desempenho. Veja agora os principais:

  • rotatividade dos colaboradores;

  • absenteísmo;

  • clima organizacional;

  • Retorno Obtido em Investimentos (treinamentos, aquisição de softwares);

  • satisfação dos funcionários;

  • retrabalho.

Esses são importantes, mas ainda existem muitos outros que podem ser acompanhados. Defina 4 ou 5 que mais se adequem a seu empreendimento e acompanhe-os com periodicidade.

Utilize-os como base para importantes decisões. Isso é estratégia baseada em dados.

Alinhe os objetivos da empresa ao departamento

É importante que o RH esteja alinhado ao objetivo da companhia. Assim, é possível alcançar os resultados esperados.

Para isso, é importante traçar pequenas metas que indiquem a direção a ser seguida. Elas devem funcionar como um passo a passo.

Atualmente, é muito utilizado o conceito de OKRs (Objectives and Key Results). Em resumo, consiste na definição de pequenos resultados (metas) que devem ser alcançados para atingir o objetivo maior da empresa. Veja um exemplo:

Objetivo: ser uma empresa referência no mercado (objetivo da companhia).

  • KR 1: aumentar a retenção de funcionários em 20%;

  • KR 2: otimizar a satisfação interna em 40%;

  • KR3: reduzir o absenteísmo em 5%.

Defina entre 4 e 5 OKRs para alcançar e analisar. Elas devem estar alinhadas à objetivos maiores e mais ambiciosos. Acompanhe o desenvolvimento dos resultados periodicamente e compartilhe isso com a equipe.

Conduza os líderes ao alto desempenho

O RH, sozinho, dificilmente consegue promover profundas mudanças na empresa. Aliás, nenhum departamento isoladamente consegue.

O motivo é simples: uma organização é uma complexa máquina interdependente. Então, é preciso contar com o apoio da liderança.

Faça com que os líderes percebam a importância dos seus papéis para otimizar o desempenho das equipes. Sem líderes de alta performance, é impossível ter equipes de alta performance.

Então estimule-os a colocar a “mão na massa”, ser o exemplo que desejam ver e comunicar-se com efetividade com seus subordinados.

Automatize os processos necessários

É cada vez maior o número de tecnologias aplicadas ao departamento de RH. Com elas, é possível automatizar grande parte dos processos, tornando-os mais ágeis, seguros e eficazes. O gestor de RH também é beneficiado, pois ganha tempo para focar nos assuntos estratégicos.

Entre as principais tecnologias, destacam-se sistemas de desdobramento de metas, avaliação de perfil comportamental, gestão de tarefas, recrutamento de candidatos, triagem inicial de currículos e pesquisa online com colaboradores. Reflita sobre qual deles se adéqua ao setor, levando em consideração o perfil dos funcionários, a cultura da empresa e o orçamento disponível.

Veja, essas são dicas importantes para otimizar os resultados do RH e, consequentemente, da empresa em geral.

Ao aplicá-las, você conseguirá atuar com foco mais claro, ter mais tempo para fazer o que precisa e apoio de toda a liderança.

Gostou do nosso conteúdo? Está pronto para tornar o RH estratégico? Aproveite para compartilhar suas dúvidas ou experiências sobre o assunto. Deixe o seu comentário!

MARKETING: Abraçando a tecnologia e inovação

Written by Artur Mendes on . Posted in blog

O mundo vai mudar dramaticamente nos próximos anos e a maioria das profissões, funções e empresas hoje existentes deixarão de existir… Inclusive várias a relacionadas a Marketing.

De fato, pensemos no que aconteceu com algumas empresas que não viram a mudança tecnológica e não inovaram em seus negócios. Kodak, Enciclopédia Britânica, Xerox. Líderes de mercado, altamente lucrativas, com um orçamento imenso para o marketing, mas não viram que a tecnologia mudou o mundo.

A IBM, gigante da  inovação, perdeu o bonde do computador pessoal. Em 1972 declarou “Quem vai querer ter um computador em casa?”

IBM, porém, é IBM. Fruto de inovação, a IBM, que fabricava caixas registradoras, hoje extintas, evoluiu para fazer comutadores, e depois de anos na consultoria e na indústria de sistemas, hoje lança o WATSON, precursor da Inteligência Artificial. O maior computador do mundo. Com mais capacidade de memória e mais velocidade do que o cérebro humano. Capaz de ler na voz do usuário até sentimentos!

Antigamente colecionávamos dados. Depois aprendemos a transformar dados em informação. Depois informação em conhecimento. Hoje passamos para a Era da Sabedoria. Sabedoria : usar o conhecimento para tomar decisões certas, Exemplos: Uber, Aribnb, Whatsapp , Facebook etc,.

As duas palavras mágicas do Marketing  e da gestão moderna: Inovação e Tecnologia. E a pergunta chave: E você, o que está fazendo?

É muito provável que você caro leitor, conheça uma empresa que se diz inovadora e com um marketing muito eficiente, mas na verdade não faz nada além de copiar o concorrente de São Paulo e mandar o estagiário postar no Facebook. Se você essa empresa é a sua, a hora de mudar é agora.

Não importa o tamanho da sua empresa ou a quantidade de clientes que você tem, o mais importante que você deve fazer agora é conseguir coletar dados dos seus clientes, o máximo o possível.

Não há como transformar dados em sabedorias se você nem ao menos os coleta. Email, onde mora, Facebook, Instagram, meio que utilizou para lhe contatar, tempo que demorou até decidir a compra, forma de pagamento, período de recompra… São inúmeros os dados que podem ser coletados. Esses números podem não fazer sentido para você agora, mas no futuro podem ser a diferença entre o que você sabe sobre o seu mercado e o seu concorrente não. Mas não se cobre muito: É melhor você ter algum dado do que nenhum. Comece pequeno, mas tenha uma visão grandiosa.

A coleta desses dados nada mais é do que o CRM (Customer Relationship Management), ou o gerenciamento do relacionamento com o cliente. Para que ele seja bem feito, é necessário que você tenha um sistema e um processo de atitude altamente eficiente…

Note que eu disse sistema e não software: Existem diversas opções de software muito boas como Oracle, Totvs, Sap, que são altamente complexas e caras, mas também existem opções intermediárias, como Pipefy, SalesForce, Zoho e outras de entrada e grátis como o Trello, Asana, Excel e a sua própria agendinha. O mais importante não é onde o dado está, mas como você consegue extrair.

E o que isso tem a ver com marketing? Tudo! Não há como fazer bom marketing sem dados. Sem tecnologia. Sem sabedoria.

Ronald Z. Carvalho e Artur Abreu Mendes

Saiba mais:

Conhece sobre Netnografia? 

4 maneiras de entender o comportamento do cliente com Netnografia

Written by Artur Mendes on . Posted in blog

Saiba como ir além dos dados quantitativos nas redes sociais. Analise também qualitativamente com a Netnografia.

Veja abaixo como a Netnografia pode dar os insights que você precisa para conhecer o comportamento do cliente online:

 

1- Direcionamento de Marketing de Conteúdo

Criar a identidade da marca é mais fácil do que saber se essa é a imagem que ela tem. Muitas vezes, testamos essa imagem com campanhas A/B, entendendo o comportamento do cliente com cada conteúdo, mensurando pelo engajamento e resultado gerado. É a metodologia da tentativa e erro. Mas será que você está atingindo todo potencial?

A Netnografia permite você entender as diversas comunidades existentes que vão além das pessoas que curtem a sua página ou do seu concorrente, podendo conhecer o tipo de conteúdo que seu potencial cliente está interessado e alcançar resultados sem precedentes.

2- Antecipação de Tendências

Monitorar as redes sociais com ferramentas como Scup te dá uma visão limitada do que está acontecendo. Elas te proporcionam um monitoramento baseado em palavras chave em perfis abertos ou de pessoas que ‘tagearam’ a sua marca, o que é muito limitado.

Como saber o estilo de vida das pessoas? O que está acontecendo no modo delas viverem? Comportamento do cliente nas comunidades online? Como é a interação dos potenciais clientes com outras marcas? São respostas assim, que a metodologia de observação antropológica na internet, ou Netnografia, pode trazer para você.

 

netnografia

3- Identificação de segmentos, nichos e influenciadores

Um dos relatórios da Netnografia é o Mapa de Influenciadores, que identifica não só a quantidade de conexões de cada pessoa, mas a relevância e o papel de cada uma. Enquanto as métricas de engajamento são claras, a influência e como cada post de cada pessoa repercute é diferente.

Qual é o perfil das pessoas que engajaram? São clientes potenciais? São influenciadores potenciais? O que significam todos esses dados? Quem são as pessoas chave para conseguir viralizar o conteúdo? Como é o comportamento do cliente mediante aos influenciadores? Essas informações você pode ter em um relatório de Netnografia.

4- Monitoramento e Prevenção de Crises

Assim como foi citado anteriormente, ferramentas tradicionais se limitam a palavras chave e tags. Mas e todos os outros assuntos estratégicos para você, que são discutidos em grupos ou perfis fechados? A Netnografia pode trazer isso para você.

Muito das crises que se organizam online podem ser prevenidas com uma boa estratégia e direcionamento de conteúdo. Com o monitoramento e análise, se entende a razão pela qual estão discutindo tal assunto e quem são os principais influenciadores, podendo fazer com que uma crise acabe antes mesmo de começar.

Gostou? Quer saber mais? Entre em contato com a gente pelo formulário abaixo:

Pesquisa, Informação e Café – Painel Online

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Esse é o segundo vídeo da série Pesquisa, Informação e Café, que vamos falar sobre o nosso produto chamado Painel Online:

Quer entender um pouco mais sobre? Clique aqui e saiba mais

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6 ensinamentos essenciais para tornar seu plano de negócio mais próximo da realidade

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Planejar é primordial para que seu negócio se torne realidade. Mas não adianta, criar um plano de negócio que seja mirabolante, que não vá conseguir ser executado.

Segue aqui alguns ensinamentos que são necessários para que você vá do plano a realidade da melhor maneira possível:

1- Não subestime custos         Resultado de imagem para costs icon flat

Por mais que você acha que consiga mais barato, ou ‘um amigo pode fazer’, cuidado. O barato pode sair caro. Muitas vezes, quando nós orçamos um serviço, ele pode parecer mais em conta, mas não ser exatamente o que você precisa. Portanto, tome cuidado para não comprar gato por lebre e estourar o orçamento do seu plano de negócio. Sempre deixe uma margem de segurança, de pelo menos 20% a mais.

2- O seu tempo é limitado    Resultado de imagem para time icon flat

O bom empreendedor gosta de participar de todas as atividades. Mas deve-se ter cuidado com isso, para não ‘abraçar o mundo’. É necessário ter foco e saber que seu tempo custa caro. Imprevistos surgirão e caso você já tenha todo seu tempo comprometido com atividades essenciais ao negócio, eventualmente você não vai dar conta. Delegue e gerencie bem os funcionários ou sócios que estarão com você.

3- O mercado é volátil      Resultado de imagem para market icon flat

Nem sempre o cenário que você planejou hoje para seu negócio será o mesmo quando ele começar a rodar. Se dentro do seu plano de negócio a ‘margem de erro’ for pequena, cuidado, qualquer pequena turbulência da economia pode trazer prejuízos ou fazer você quebrar. Esteja pronto para cenários diversos e não se esqueça, que por mais preparado e experiente que você seja, imprevistos surgirão e você vai precisar jogo de cintura.

O cliente de hoje não é o mesmo de ontem. O comportamento muda, a forma de ver o mundo muda. Você já viu sobre Comportamento do Consumidor 4.0?

4- O plano de negócio não é estático  Resultado de imagem para arrows icon flat

Não veja seu plano de negócio como algo que deve ser feito 100% de acordo com o planejado. É claro que quanto mais próximo a teoria da prática, melhor, porém você pode ver diferentes cenários e oportunidades, uma vez que você esteja na execução do negócio. Portanto, voltar a prancheta e rever o negócio é uma prática essencial. Já ouviu falar do PDCA do Vicente Falconi? Planeje, Faça, Cheque e Aja. Você pode precisar de voltar a prancheta para refazer seu plano de negócio.

5- Estabeleça metas e objetivos realistas  Resultado de imagem para goal icon flat

É importante você saber para onde quer ir e principalmente, deixar seus colaboradores também a par deles. Transparência é muito importante, assim como atingir as metas estabelecidas. Elas não devem ser fáceis suficientes para não ter um desafio, mas também não devem ser tão difíceis que desestimulem os colaboradores e você de atingi-las. Elas são essenciais também, para que seu negócio se mantenha rentável e lucrativo, de acordo com o planejado.

É importante ressaltar que metas e objetivos sem embasamento em pesquisa de viabilidade de negócio na verdade é ‘achismo’. Então faça uma pesquisa de mercado para ter esses números de forma realista.

6- Faça uma análise de viabilidade de negócio  Imagem relacionada

Você vai investir o seu tempo e dinheiro em um novo negócio, portanto, é importante que saiba se sua ideia realmente tem a demanda que você dimensionou no plano de negócio. Empreender pode sair rapidamente de sonho a pesadelo caso o que você imaginava de potencial demanda para o seu negócio não exista.

Para isso, é necessário fazer uma pesquisa de viabilidade de negócios, entendendo o mercado e suas tendências, mostrando onde seu consumidor está, onde vê propagandas, quais são seus hábitos de consumo e outros fatores determinantes para o seu sucesso.

Quer mais informações sobre como fazer uma pesquisa de viabilidade? Entre em contato conosco no formulário abaixo:

Contato

Quer um modelo para fazer um plano de negócio bem estruturado? Veja nesse artigo da Endeavor

Pesquisa, Informação e Café – Introdução

Written by Artur Mendes on . Posted in blog

Esse ano começou cheio de desafios para a Enquet, com novos produtos, novos parceiros e metas ousadas.

Uma delas, é aproximar e familiarizar as pessoas do universo de pesquisa e informação. Assim, lançamos o Pesquisa, Informação e Café, uma série de vídeos que busca mostrar um pouco mais sobre o que nós fazemos. Veja o primeiro abaixo:

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