Veja os motivos que fazem de Vitória – ES um ótimo mercado teste para o Brasil

Written by mirian on . Posted in 30 anos Enquet, blog, Mercado Teste

Quando falo em excelente mercado teste, qual a cidade que você lembra? Curitiba? Belo Horizonte? Campinas?

Saiba sobre o mais novo excelente mercado teste – Vitória (ES)

A Enquet Pesquisas & Gestão da Informação em comemoração aos seus 30 anos de fundação, preparou um estudo para mostrar por que Vitória – ES é um excelente  mercado teste do Brasil, com duas pesquisas: 5 motivos para usar Vitória-ES como mercado teste e O perfil do consumidor capixaba.

Mas, você conhece o que é mercado teste?

A European Society for Opinion and Marketing Research (ESOMAR) define Mercado Teste como “um tipo de experimento controlado, conduzido em uma área geográfica cuidadosamente selecionada para entender o impacto do programa de marketing nas vendas ou rentabilidades de um produto ou serviço”.

Na pesquisa sobre O perfil do consumidor capixaba, a Enquet também entrevistou empresários e profissionais formadores de opinião das áreas de publicidade, marketing, jornalismo e administração sobre  Vitória (e a Grande Vitória) como um local para teste de mercado. Os resultados mostram que o público de Vitória tem perfil adequado para ser consumidor de mercado teste –  busca qualidade nos produtos, tem certa afinidade tecnológica, mente aberta para novos produtos, com o cuidado e a exigência de quem está atento ao mercado.

A pesquisa mostrou também que a capital do Espírito Santo é um ótimo lugar para aplicar projetos pilotos ou start-ups e também projetos ligados a tecnologia. Veja mais detalhes clicando aqui!

Clique no infográfico abaixo para ampliar a foto.

mercado teste geral

Entre em contato com nós da Enquet Pesquisas & Gestão da Informação para sermos o seu parceiro no desenvolvimento de seu novo produto ou serviço.  As nossas soluções e conhecimento amplo do mercado são essenciais para que seu novo projeto seja um sucesso!

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O poder do consumidor brasileiro 4.0

Written by mirian on . Posted in 30 anos Enquet, blog

O nosso país passou por grandes mudanças nos últimos 100 anos. E nas últimas duas décadas observamos mudanças ainda mais profundas. Vivemos hoje o que podemos chamar de quarto ciclo do comportamento do consumidor brasileiro (ou consumidor brasileiro 4.0), afetado drasticamente pela quantidade e velocidade das informações. Mas para falar desse quarto ciclo do consumo e saber como lidar com o atual consumidor brasileiro, é preciso entender o que se passou para ele chegar a tal transformação.

O início de tudo

O primeiro ciclo começa no fim do século XIX, com o advento da segunda etapa da revolução industrial chegando ao Brasil, e vai até o começo dos anos 60. O principal marco desse ciclo para o consumidor brasileiro é o Código Civil de 1916, que traz como característica a mudança do consumo de commodities para produtos um pouco mais industrializados, fazendo com que o consumidor começasse a perceber as marcas, identificando os produtos e a sua qualidade [1] .

O segundo ciclo se inicia com o “boom” da televisão no Brasil,  em 1962, onde existiam mais de 1 milhão de televisões no país [2], apenas 6 anos depois das primeiras telinhas chegarem por aqui. No entanto, as relações comercias eram desfavoráveis para o consumidor brasileiro [3]. Como o Código Civil de 1916 dava o mesmo peso para as empresas e para o consumidor, o forte poder das empresas fazia com que fosse baixo ou quase nulo o poder de negociação ou de qualquer reclamação dos consumidores.

As mudanças profundas

O terceiro ciclo começa em 1990, quando é criado o Código de Defesa do Consumidor, mudando drasticamente as relações comerciais. A lei agora protege o consumidor.  O consumidor agora tem uma ampla rede de direitos, principalmente com os juizados especiais (criados em 1995), que permitiram até mesmo quem não tem advogado entrar com uma ação.

Mas, da mesma forma, um consumidor insatisfeito não gerava tanto impacto. Uma indenização nesses juizados, assim como acontece atualmente, tem  como teto  máximo  40 salários (com advogado), o que para algumas grandes empresas não chegava a ser impactante, sendo mais barato pagar indenizações do que mudar práticas de mercado. O consumidor tinha mais poder, mas infelizmente não era suficiente para impactar tremendamente nas empresas (isso quando os consumidores chegam a entrar com ação).

Foi aí, que o Brasileiro descobriu o poder das redes sociais. A internet no Brasil surgiu para o público em geral em 1996, sendo que em 1999 contava com mais de 2,5 milhões de usuários [4]. Em 2008 só a rede social Orkut alcançou mais de 40 milhões de cadastros. Um imenso avanço. E isso fez com que o impacto da opinião de uma pessoa pudesse ser “viral”, dando início ao quarto ciclo do consumidor brasileiro.

Conectado e poderoso

Hoje, 50% da população brasileira está conectada à internet , sendo que desse total, 76% estão conectados nas redes sociais e 83% em aplicativos de mensagem [5]. Um vídeo no YouTube, uma foto no Whatsapp, ou um texto no Facebook tem o potencial de atingir quase metade da população brasileira. Tanto para o bem, quanto para o mal e exemplos não faltam como o do bar Quintandinha ou a do Ponto Frio.

Isso trouxe um poder sem precedentes para o consumidor. Se ele for mal atendido ou suas expectativas não forem atendidas, a opinião dele vai ser ouvida, estando ele certo ou errado.

Reclamar de uma empresa no Facebook ou no Reclame Aqui é mais rápido e prático do que acioná-la judicialmente. As pessoas querem seus problemas resolvidos  e estão entendendo que hoje esses são os meios mais rápidos e mais do que nunca, “o cliente é o patrão”, podendo fazer seu negócio decolar ou quebrar. Foi assim que as redes sociais se transformaram no “SAC 2.0”

As pessoas estão nas redes sociais pois gostam de influenciar e/ou serem influenciadas. O consumidor brasileiro 4.0  quer expor, influenciar outros a terem ou não a mesma experiência que eles e usam comunidades específicas para isso, como por exemplo o grupo Controle de Qualidade. Grupos como esses permitem que o consumidor se torneum influenciador ou então veja o que outros estão postando. A prova disso são estudos recentes que demonstram que 1/4 das compras são influenciadas por recomendações sociais [7]

E como lidar com o consumidor brasileiro 4.0? 

Monitorar as redes sociais é importante? Com certeza. Mas você saber o que está acontecendo ANTES de cair nas redes sociais é mais importante ainda, por que:

    1. Os influenciadores são os que mais postam. Porém, eles são uma parcela pequena [8] das redes sociais. Os passivos tem opinião, mas não expõem para todos. É importante ter essa dimensão de que diferentes usuários tem diferentes comportamentos e que não necessariamente o que se vê nos monitoramentos representa o universo dos seus clientes;
    2. Alguns consumidores utilizam as redes sociais pois querem ter atenção, serem influenciadores. Mas também existem aqueles que usam para seremouvidos e bem atendidos (SAC 2.0). Caso o monitoramento de satisfação do cliente (pesquisas de satisfação) resolva o problema do consumidor ou até mesmo potencialize uma experiência positiva antes de chegar nas redes sociais, o impacto no seu negócio será muito melhor.
    3. Não subestime o papel do offline: O boca a boca tradicional chega a ser 40% mais influente do que o online. A TV é vista também como um substituto (e não complemento) da recomendação social[7]O consumidor de hoje é multiplataforma.

 

Como você monitora a satisfação do seu cliente, para atender suas expectativas?

Você sabe o que seu cliente em potencial deseja?

Você conhece o perfil dos clientes influenciadores?

 

Entenda isso e muito mais com todos os insights que a Enquet Pesquisas & Gestão da Informação pode dar para sua empresa. Entre em contato conosco pelo email enquet@enquet.com.br ou então pelo telefone (27) 3324-1467.

zona de conforto

Você saiu da zona de conforto. E agora?

Written by mirian on . Posted in 30 anos Enquet, blog

2015 mudou muita coisa em você.
Sua zona de conforto não é mais a mesma.

Não somos pessoas que vivem no passado, sempre buscamos um olhar que permita ver o tempo atual como uma das melhores épocas. E  Acreditamos piamente nisso.  Não que sejamos cegos a todos os problemas e situações tristes do mundo, como violência, guerra, intolerância, doenças e desastres ambientais. Mas tudo isso que estamos vivendo, criou em nós o senso de emergência, o que Jack Welch chama de “Burning Plataform”.

Esse senso de emergência, afeta cada um de nós brasileiros, de forma especial, devido às crises econômica e política, com destaque para 2015. E isso pode ser ótimo!

Pense bem:

Esse é tempo de quebrar paradigmas, de mudar conceitos, pensar no novo, questionar o porquê tudo funciona como funciona. Estamos fora da nossa zona de conforto.  Agora é tempo de escolher: aproveitar  e buscar algo melhor ou simplesmente murmurar.

Não gostamos de murmurar! Nossa proposta:

Recrie a roda! Mas faça isso de maneira eficiente. Fundamente suas mudanças, pense e planeje. Busque soluções inteligentes.

Com certeza é assim que pensamos na Enquet e em 2015 conseguimos lançar dois novos produtos (o TEPE e o Painel Online)que atendem às novas demandas do mercado. (Veja nosso portfolio)

E você, está preparado para 2016?

Rita Abreu e Artur Mendes

Do Projeto de Pesquisa à Gestão da Informação

Written by admin.enquet on . Posted in 30 anos Enquet, blog

 

Há 30 anos, me lembro bem que muitos trabalhos eram feitos para o marketing, agência de propaganda, ou para coordenação política, que já entregavam pronto o que queriam (dificilmente participávamos do briefing). A análise ficava restrita ao estudo. Era pesquisa de mercado, pesquisa de opinião, pesquisa de mídia.

Hoje, na Enquet fazemos muito mais do que pesquisa. Fazemos Gestão da Informação. Ajudamos na construção do briefing , escolhemos as melhores técnicas ou até mesmo criamos novos produtos, como é o caso do TEPE e do Painel Online, que de forma científica respondem a novas demandas do mercado.

Gostamos muito de sentar com o nosso cliente e ouvir o que tem para dizer. Não é raro o cliente ter pensado em um tipo de projeto e nós sugerirmos algo que agregue valor. Não somos somente fornecedores, somos parceiros.

A nossa análise é  mais ampla, contextualizando as recomendações em um cenário maior do que o universo do cliente. Na análise de avaliação de gestão, por exemplo, o cenário econômico é fundamental. Na análise de viabilidade de negócio, é importante  ver o cenário social.

A equipe da Enquet é movida a novos desafios, a buscar soluções inteligentes para os  clientes. Inovação, aumento das vendas, satisfação dos clientes, melhora no ambiente de trabalho… Vivemos de novidades e  soluções. Isso é Gestão da Informação.

Rita Abreu

Diretora Executiva

Do Projeto de Pesquisa à Gestão da Informação

Conheça mais sobre a nossa história clicando aqui

Enquet 30 anos: conectada e experiente

Written by admin.enquet on . Posted in 30 anos Enquet, blog

ENQUET_30ANOS

 

Para muitos, principalmente os mais supersticiosos, agosto é um mês para se ficar atento. Cheio de mistérios! Estamos no grupo de pessoas que pensam diferente. Muitas coisas boas aconteceram em agosto.

Há exatos 30 anos, por exemplo, nasceu a Enquet, como pioneira no mercado de pesquisa do ES e uma equipe jovem, cheia de sonhos, que acreditava que podia fazer diferença no mercado capixaba. Confessamos que olhando a história da Enquet, passa um filme de muitas vitórias, sonhos realizados, aprendizados e o que mais gosto é que os sonhos não acabam. Continuamos trabalhando para fazer diferença no mercado.

Em 2015, com 30 anos de vida e de mercado de pesquisa, trabalhamos duro para apresentar dois novos produtos, de baixo investimento, para atender a uma necessidade do mercado: o TEPE (Terminal Eletrônico de Pesquisa), que permite avaliação de serviço ou produto usando a técnica científica e a agilidade da tecnologia. Outro produto é o Painel Online, onde também conseguimos aplicar a técnica, permitindo uma análise científica, adequando-se à necessidade do cliente. Tenho certeza de que principalmente os profissionais de marketing vão adorar.

Para nós da Enquet, o momento não é de crise. É de reflexão para uma nova rodada de boas ideias para os próximos 10, 20, 30 anos.  Um esforço de muita gente que esteve e estão conosco: parceiros, funcionários, entrevistadores, clientes, amigos e familiares. A eles, o nosso muito obrigado!

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